Psicólogo em Gravataí · presencial e online
A mesma briga. O mesmo medo. O mesmo tipo de relação. Isso tem um porquê.
Terapia psicodinâmica para entender de onde vêm as reações que se repetem e mudar a sua relação com elas.
- Sessões de 45 minutos
- Presencial e online
- Segunda a sexta, das 9h às 21h
- Recibo para reembolso
- A partir dos 12 anos
- Resposta em até 1 hora, em horário de atendimento
O que se repete tem uma história.
A abordagem psicodinâmica, sem palavra difícil.
O jeito como você sente, reage e se relaciona não acontece por acaso. Às vezes é uma forma de reagir copiada dos pais, sem você nem perceber. Às vezes é uma situação que foi difícil demais para dar conta na época e ficou marcada.
Por isso conversamos também sobre o passado. Não para ficar lá, mas para entender como você chegou a ver o mundo do jeito que vê hoje. Entender de onde vem uma reação muda a sua relação com ela.
A pergunta não é só “como eu paro de sentir isso”. É “por que eu sinto isso”. Por isso leva mais tempo.
Eu vi de perto onde muita coisa começa. Antes do consultório, passei um ano e meio num programa público que acompanhava famílias em situação de vulnerabilidade com bebês e crianças pequenas. Ali ficou claro para mim o quanto o vínculo e o cuidado dos primeiros anos pesam na saúde emocional de um adulto.
“Estou com muitos problemas.”
É uma das frases que eu mais ouço na primeira sessão.
As outras são parecidas: “Estou com problemas no meu relacionamento.” “Não consigo falar sobre os meus problemas.” Por trás delas, quase sempre há insegurança e medo.
O que dá mais vergonha, ou o que marcou mais fundo, raramente aparece no primeiro dia. Costuma vir na terceira, na quinta, na décima sessão, quando já existe confiança para isso. Ninguém precisa chegar contando tudo.
Com os meses, é comum a pessoa perceber que lida com situações que antes eram muito difíceis com menos sofrimento.
Na sessão, o silêncio também tem lugar.
Nem tudo precisa ser dito de uma vez.
Quando você fica em silêncio, eu observo o que vem em seguida. Pergunto quando há algo importante para pensarmos juntos, ou quando uma pergunta pode abrir uma reflexão. E, se você não souber por onde começar, eu ajudo com algumas perguntas.
Eu não me espanto com o que você me conta, nem com o que dá mais vergonha. E a gente não começa pelo que dói mais: começa pelo que você consegue contar hoje.
Presto atenção no que está difícil e também no que já funciona em você. Às vezes, a pergunta que eu faço é esta: “Você percebe que a sua capacidade de tolerar todo esse sofrimento é grande?”
Eu ia ser psicólogo de hospital.

Era esse o plano, até eu começar a atender na clínica. Foi transformador. Me apaixonei pela complexidade de acompanhar alguém de perto, pelo desafio de entender cada história e pelo vínculo que se forma nesse caminho.
Isso foi ainda na faculdade. Eu estagiava na UTI pediátrica de um hospital universitário quando comecei o estágio de clínica, com casos complexos e supervisionados. Desde 2017 atendo em consultório, e continuo gostando de cada sessão. Eu me importo de verdade com a história de quem senta na minha frente.
Também passei cinco anos do outro lado, em análise: a minha própria terapia. Ali aprendi a importância do contato humano, do apoio e de valorizar o que está saudável em cada pessoa. É isso que eu levo para as minhas sessões.
Fiz pós-graduação em Psicanálise, que é a base do meu jeito de trabalhar, e em Avaliação Psicológica, que treina o olhar para o que a pessoa mostra além das palavras e é a base das avaliações que faço. Hoje estou cursando três pós-graduações: Neuropsicologia, Neuropsicologia Aplicada ao Transtorno do Espectro Autista e Psicopatologia. Também participo de um grupo de estudos com colegas psicólogas. Gosto de estudar e de ir atrás de conhecimento novo.
Em palavras de pacientes
Trechos de depoimentos, identificados apenas pelas iniciais.
O psicólogo Felipe Schardong demonstra sólido preparo, destaca-se pela escuta atenta e ativa e pelas contribuições que auxiliam o paciente no processo de compreensão, seja de si mesmo, seja das circunstâncias, estimulando-o na busca das próprias respostas.
Recomendo muito o Felipe, atencioso, um ótimo profissional, […] estou conseguindo encontrar muitas respostas de situações da minha vida, que estavam dentro de mim, mas não conseguia acessá-las, cada vez mais descubro algo novo. […]
O Felipe tem sido um ótimo psicólogo. Te ouve com atenção, te mostras novos pontos de vista e também sugere reflexões bastante importantes na minha evolução como pessoa e com meus relacionamentos. […] Pretendo continuar consultando com ele.
Me sinto extremamente grata por ter encontrado este psicólogo. […] Ele criou um ambiente seguro onde pude me expressar livremente […]. Recomendo totalmente seu trabalho.
[…] Sempre me ajudando nos momentos que preciso […]. Tem um carisma enorme e te deixa super confortável em todas as situações, recomendo demais.
Para pais de adolescentes
Atendo a partir dos 12 anos.
Quase sempre são os pais que me escrevem primeiro. Contam que o filho está passando por um período difícil, que querem ajudar e que ele não consegue falar com eles. Procurar terapia para um filho é um gesto de amor, e eu valorizo isso.
Antes de marcar para o seu filho, eu vou te perguntar uma coisa: ele quer vir? Não precisa ter certeza. Precisa estar disposto a tentar.
O primeiro encontro é só com os pais. Depois, as sessões são com o adolescente, e o que ele fala ali é sigiloso. Se houver uma situação de risco, o sigilo é quebrado e vocês são comunicados. Ao longo do processo, voltamos a conversar: em geral, uma vez a cada sete encontros com ele, ou com mais frequência, conforme a idade e a situação.
Continuar lendo
O adolescente costuma chegar com receio e vergonha de falar de si. Então eu peço a versão dele: por que ele acha que está vindo. Pergunto se há algum outro assunto que ele queira trabalhar. Se percebo que está difícil, pergunto direto se é difícil falar sobre si ou sobre o que sente. E presto atenção na postura, no jeito e na emoção com que ele fala, não só no que diz.
Se, mesmo assim, a resistência for muito grande, a gente não segue. Ninguém é obrigado a fazer terapia, e sem vontade ela não funciona.
Se é você o adolescente lendo isto: aqui eu quero ouvir a sua versão da história. O que você conta fica entre nós. A exceção é uma situação de risco: nesse caso, o sigilo é quebrado e seus pais são comunicados. E se o assunto que preocupa seus pais não for o que mais importa para você, a gente pode começar por outro.
Se a dúvida é sobre atenção, aprendizagem ou autismo, veja também o psicodiagnóstico.
Para idosos, e para quem cuida deles
O prédio do consultório tem elevador.
Na maioria das vezes, é o próprio idoso que me procura. Às vezes, quem escreve é um filho ou o cônjuge.
Nessa fase aparecem as mesmas questões de qualquer outra, e um medo costuma ganhar mais espaço: o de adoecer e o de morrer. Em muitas famílias, morte é assunto proibido. Num ano de estágio na UTI pediátrica de um hospital universitário, eu aprendi que é justamente falar sobre o que dá medo que traz alívio. Quando não se fala, o medo se enche de fantasias.
As sessões são com o idoso e para o idoso. O familiar só é chamado se houver um quadro grave. E se é você quem está procurando para alguém da família, eu vou te fazer a mesma pergunta que faço aos pais: essa pessoa quer vir?
Se a preocupação é com a memória, veja também a avaliação neuropsicológica.
Como funciona a terapia
- Primeira sessão.
- Você conta o que te trouxe do jeito que preferir. Eu faço algumas perguntas para começar a te conhecer e tiro as dúvidas que aparecerem. Se você não souber por onde começar, eu começo: “O que hoje mais gera sofrimento para você?”. No fim, combinamos a próxima.
- Frequência.
- Costumo propor uma sessão por semana; em momentos mais graves, duas. Quando o processo já está estável, ou quando o tempo ou o dinheiro estão apertados, dá para conversar sobre sessões quinzenais.
- Duração.
- Cada sessão dura 45 minutos.
- Frente a frente.
- Não uso divã: a conversa é sempre frente a frente, no consultório ou pela tela.
No consultório ou de onde você estiver
O consultório fica no Centro de Gravataí e tem uma sala de espera pensada para você ficar à vontade até o seu horário.
Quando dá para vir, eu recomendo o presencial: estar na mesma sala tem coisas da conversa que a tela acaba perdendo. O online é para quem tem dificuldade de vir, inclusive quem mora em outra cidade ou fora do Brasil.
E dá para trocar. Se no dia não der para vir, você pode passar a sessão presencial para online até o horário marcado. Em cinco minutos eu estou na chamada.
R. Prefeito Ary Tubbs, 665, Sala 202, Centro, Gravataí-RS
- Acesso por elevador
- Estacionamentos perto do prédio
Psicodiagnóstico e avaliação neuropsicológica
Para entender o que está acontecendo antes de decidir o tratamento. A partir dos 12 anos.
Muita gente chega com um encaminhamento na mão: o neurologista pediu um psicodiagnóstico, a escola pediu uma avaliação. Outros chegam com uma desconfiança: “acho que tenho TDAH”. O psicodiagnóstico e a avaliação neuropsicológica existem para responder a essas perguntas com método.
O que eu avalio:
- TDAH;
- autismo (TEA) em adolescentes e adultos;
- inteligência (QI);
- memória e outras funções cognitivas em idosos, quando há suspeita de declínio ou demência;
- dificuldades de aprendizagem;
- diagnóstico diferencial em saúde mental: entender qual é o quadro antes de definir o tratamento.
São de 6 a 8 encontros, de cerca de 45 minutos cada. Quando faz sentido, também ouço a família, às vezes com perguntas enviadas online. Cerca de uma semana depois da última testagem, no último encontro, eu explico o resultado e entrego o laudo psicológico. Ele pode ser levado ao médico ou à escola.
Faço avaliações há mais de cinco anos e uso apenas testes aprovados pelo Conselho Federal de Psicologia. Também estou cursando pós-graduação em Neuropsicologia e em Neuropsicologia Aplicada ao Transtorno do Espectro Autista. Você pode fazer só a avaliação ou, se fizer sentido, seguir em terapia comigo depois.
Perguntas frequentes
E se eu não souber o que falar?
Eu pergunto. Se você não souber por onde começar, a primeira pergunta costuma ser: “O que hoje mais gera sofrimento para você?”. A partir daí, eu vou te ajudando com perguntas. Quem chega com esse receio costuma achar mais fácil falar do que imaginava.
O que eu conto fica só entre nós?
Sim. O que você conta na sessão é sigiloso. As exceções são situações de risco grave, previstas nas regras da profissão.
Quanto custa? Atende convênio?
O valor e as condições de pagamento eu passo pelo WhatsApp. Dá para pagar no cartão de crédito. Não atendo por convênio, mas emito recibo para você pedir reembolso ao seu plano de saúde.
Como funciona a sessão online?
Por chamada de vídeo, com os mesmos 45 minutos da sessão presencial. Atendo assim pessoas de outras cidades e brasileiros que moram fora do país. Vale estar num lugar reservado, de preferência com fone de ouvido. E quem faz presencial pode trocar uma sessão para online até o horário marcado.
Quanto dura cada sessão e quais são os horários?
45 minutos. Atendo de segunda a sexta, das 9h às 21h. O último horário começa às 20h.
Tem divã?
Não. A conversa é sempre frente a frente.
Você receita remédio?
Não. Psicólogos não prescrevem medicação; quem prescreve é o médico, como o psiquiatra. Terapia e medicação podem caminhar juntas.
O que meu filho conta na sessão chega até mim?
As sessões são sigilosas. Se houver uma situação de risco, o sigilo é quebrado e os pais são comunicados. Além disso, eu converso com os pais ao longo do processo, em geral uma vez a cada sete encontros.
Meu filho não quer ir. E agora?
Vale conversar com ele antes de marcar. Ele não precisa ter certeza, mas precisa estar disposto a tentar. Se vier com receio, eu peço a versão dele e procuro um assunto que faça sentido para ele. Se a resistência for muito grande, a gente não segue: terapia por obrigação não funciona.
Quanto tempo leva a avaliação? Pode ser online?
São de 6 a 8 encontros, de cerca de 45 minutos. Os testes são feitos no consultório, e algumas etapas podem ser online. No último encontro, cerca de uma semana depois da última testagem, eu explico o resultado e entrego o laudo.
Posso fazer só a avaliação, sem terapia?
Pode. E, se fizer sentido, você pode seguir em terapia comigo depois.
O laudo serve para levar ao médico ou à escola?
Sim. O laudo psicológico pode ser levado ao médico ou à escola.
Para marcar a primeira sessão ou a avaliação
O agendamento é pelo WhatsApp. Por lá eu passo os horários disponíveis, o valor e as condições de pagamento, tanto da terapia quanto da avaliação.
WhatsApp: (51) 99869-4253
Respondo em até 1 hora, em horário de atendimento.
